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 [FP] Melanie Weishaupt

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AutorMensagem
Melanie Weishaupt
Militar
Militar
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Mensagens : 1
Pontos : 3
Reputação : 0
Data de inscrição : 24/02/2015
Idade : 27
Localização : Nova York

Ficha do personagem
Vida:
1000/1000  (1000/1000)
Energia:
100/100  (100/100)
Fome:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: [FP] Melanie Weishaupt   Qui Fev 26, 2015 6:59 pm




Melanie
informações primordiais:


Nome Completo: Melanie Fox Weishaupt
Idade: 25 anos
Data de Nascimento: 25/02/1990
Cidade Natal: Sydney (Austrália)
Cidade Atual: Nova York
Classe: Sobrevivente
Ocupação: Militar
Photoplayer: Margot Robbie

aspectos físicos:


Corpo atlético, com 1,68 de altura e 60kg. Cabelos curtos e loiros até a altura do ombro, sempre soltos. Olhos azuis, tão claros que parecem cinza.
Quando não está em serviço, Melanie está sempre de salto alto e com roupas pouco ágeis.
Possui algumas tatuagens, mas as que podem ser vistas são a Cruz em sua nuca e o Draugr em seu braço esquerdo. Possui uma cicatriz abaixo de seu peito esquerdo, recordação de um dia de serviço.

aspectos psicológicos:


Melanie é uma pessoa solitária, que por possuir um passado cheio de arrependimentos, tornou-se uma pessoa fechada e muitas vezes, fria. Com temperamento difícil e dificuldade para confiar nas pessoas - sem um motivo aparente - Melanie tem tentado controlar seu comportamento e se aproximar das pessoas para tentar entender o motivo de sua repreensão com seus iguais.
Consegue lidar com situações difíceis com facilidade, mas tem o péssimo costume de acumular os problemas e quando perde o controle da situação pode acabar prejudicando a si e às pessoas próximas.



história:


O início

Melanie é filha de um bancário e uma dona de casa, naturais de Sydney. Durante sua infância foi muito feliz e próxima de seu irmão mais velho Jonah, que acabava de ingressar na carreira militar. Seus pais nunca gostaram muito da ideia, e deixaram claro mais de uma vez para Melanie que sua profissão seria na área da saúde.
Por diversos motivos, logo que Melanie começou a cursar o segundo grau sua família teve que se mudar da tranquila cidade de Sydney para a agitada cidade de Nova York. Jonah ficou em Sydney, onde ainda prestaria serviço para a Austrália, mas não por muito tempo.

O meio

Poucos meses depois de se mudarem para a nova moradia e se acostumarem com o apartamento apertado, seus pais receberam a noticia de que o filho mais velho havia sido ferido em combate. Graças a Deus ou sabe-se quem, Jonah sobreviveu, porém perdeu os movimentos da cintura para baixo após ser baleado na coluna.
Assim que ele voltou a viver com a família, Melanie dividia seu tempo entre os estudos e as atividades caseiras, como cuidar de Jonah e sua mãe que estava com depressão após o ocorrido.
Mas apesar de os dias serem difíceis, Melanie estava sempre animada, tentando alegrar sua família, mostrando o lado bom da vida, que era todos estarem ali, juntos apesar das dificuldades. Melanie não fazia o tipo de garota que alegra as pessoas, então era difícil para ela também, mas ela se esforçava para fazer todos a sua volta sorrirem.
Conforme os anos foram passando, Melanie começou a admirar a profissão de seu irmão. Ajudar as pessoas, trabalhar em nome seu país, manejar armas, saber que está vivo a cada dia que volta de uma missão.
Mas ela não compartilhava isto com niguém. Não tinha amigos para isso e sabia que talvez fosse apenas um sonho adolescente, e sua Faculdade de Medicina já estava à caminho e ela vinha se esforçando há anos para isso.
Foi então, que logo ao concluir o segundo grau, que sua família decidiu voltar para Sydney. Os custos com Jonah seriam menores e o resto da família poderia cuidar de seu irmão e sua mãe.

O fim?

Apesar de compreender, Melanie não aceitava aquilo. Havia se esforçado tanto para fazer o que seus pais queriam e agora eles iriam embora. Ela tentou convencê-los de toda forma para que ficassem, mas não teve sucesso. Foi então que decidiu ficar em Nova York com ou sem autorização deles.
Com a matrícula pronta, ela mentiu que iria para a Faculdade que eles queriam, e depois de muita insistência eles a deixaram ficar. Então eles voltaram para Sydney e ela ficou em Nova York, sozinha.
Apesar da matrícula para a faculdade ter sido feita, ela nunca apareceu para um dia de aula.
Melanie vivia o dia trancada no apartamento, pensando no que faria. Às vezes tinha vontade de correr para os braços de seus pais e chorar, mas ela sabia que precisava viver. Viver sua vida e não em prol dos outros.
Um tempo depois ela arranjou emprego em um Café no centro da cidade, e por ali ficou, ganhando o dinheiro que fazia ela sobreviver e alimentava seus vícios. Depois de passar um ano de sua vida em bares e prazeres momentâneos, Melanie decidiu que era hora de mudar e fazer o que ela sempre quis esse tempo todo: seguir o que seu coração dizia.

Um possível recomeço!

Depois de muito esforço, Melanie conseguiu ingressar na carreira militar. No início não havia sido fácil, nem ela acreditava e preferia achar que estava bêbada todos os dias no início do desafio.
Ao longo dos 5 anos que estava servindo, Melanie mantinha contato com sua família, mas nunca teve coragem de contar a verdade e a culpa a assombrava todas as noites quando deitava a cabeça em seu travesseiro.
Mas ela não podia reclamar. Apesar de viver para este serviço, ela havia conhecido algumas pessoas , e - algumas que salvaram sua cabeça mais de uma vez - uma em especial: Seu supervisor John, que era 20 anos mais velhos e ela admirava como pai, apesar de ele ser um coroa bonitão. John sempre a apoiou e entendeu seu comportamento, a ajudava mesmo quando ela não dizia uma palavra. Ele a entendia, e por anos ela ficou em dúvida se o que sentia por ele era admiração ou algo mais. De qualquer forma, nada mudaria, ele tinha filhos e uma mulher incrível.
Em uma noite calma e de poucos estrelas, Melanie recebeu uma ligação que a desestabilizou por completo. Seu pai ligava para dar a notícia da morte de sua mãe.
Desorientada e desacreditava, Melanie corria para casa depois de um dia cansativo para arrumar suas coisas e viajar no dia seguinte, mas antes que pudesse terminar seu banho, uma notícia pior estava por vir.
Seu celular tocou novamente. Melanie se enrolou em uma toalha e saiu correndo para atender:
- Alô!? - disse ela agitada.
- Mel, é o John. - o silêncio seguiu por alguns segundos, enquanto seu coração ainda batia, acelerado. - Estou te ligando como amigo e não só como seu supervisor. Aconteceu algo. Lembra do vírus que eu lhe contei há alguns anos atrás? - John ficou calado novamente e dava para escutar vozes de crianças ao fundo.
- John, o que aconteceu? - o silêncio continuava. - John? - Melanie falou em tom alto, seu coração batia mais rapido do que achava possível e ela lembrava da conversa que ela e John tiveram em seu segundo ano juntos. Ele contou sobre a idéia de uma empresa que trabalhava lado a lado com o governo de implantar um vírus em que o cérebro humano continuaria funcionando mesmo depois da morte. Funcionando por dias, e influenciando no comportamento do corpo humano. John não contou muito detalhes, mas o fato é que se isso acontecesse, a humanidade correria grandes riscos. Melanie ficou pensativa no dia em que John lhe contou, mesmo depois de ele virar as costas e levar tudo em tom descontraído, ela continuou pensando. Ele estava falando de mortos-vivos, não era? Ou zumbis, como a mídia e os filmes gostavam de chamar para o público juvenil, que se interessa muito por esse assunto. De qualquer forma, se isso acontecesse, seria o fim. Três anos se passaram e ninguém mais tocou no assunto.
- Aconteceu, Melanie. Não sei quanto tempo temos. Preciso de você aqui amanhã, às 10 horas. Se tivermos um dia é muito. Fale com seus pais, fique com eles e se despeça pela manhã, pois não sei se vamos voltar dessa. Você é como uma filha para mim, se cuide. - John delisgou o telefone e Melanie caiu no chão, em prantos. E ali ficou, até que não tivesse mais forças para chorar, só levantando no dia seguinte.

A luta pela sobrevivência!

Passava pouco mais das 7 horas da manhã quando Melanie acordou. No início uma calmaria tomou conta de seu corpo, mas quando lembrou o que aconteceu e o que estava por vir, seu corpo logo ficou tenso novamente. Nas horas que seguiram, Melanie tentou bloquear todos os pensamentos que vinham com um uma trilha sonora barulhenta.
Como não sabia como estava a situação, achou melhor não sair com o uniforme e o guardou na mochila, afinal daria tempo de trocar quando chegasse.
Colocou uma calça jeans, uma camiseta lisa preta e uma bota de salto mediano.
Antes de sair de casa ligou para seu irmão e contou a verdade para ele brevemente, explicou que não poderia ir ao enterro e depois de o aconselhar a não sair de casa, se despediu e saiu do apartamento , sem olhar para trás.
No caminho, Melanie se deu conta de que ainda era cedo e que ainda não havia comido nada quando passou na frente do Café que havia trabalhado há muitos anos atrás.
Tudo parecia normal. Pessoas corriam com seus cachorros, algumas pegavam suas correspondências e conforme ia entardacendo o trânsito ia aumentando. Se não tivesse recebido a ligação de John, Melanie nem desconfiaria de nada.
Depois de estacionar o carro no outro lado do café, Melanie desceu do carro e pegou sua mochila, atravessando a rua.
- Acho que vou começar com uma tequila - falou baixinho para si mesma, tentando fingir que estava tudo bem.
Melanie adentrou o café e observou o local rapidamente, mas enquanto escolhia se ia comer ali ou pegar algo para levar, sua atenção foi tomada por outra coisa, assim como a de todos que estavam ali.
O noticiário alertava sobre uma infestação e recomendava que os cidadãos da cidade de Nova York não saíssem de casa. A manchete citava um vírus, um ataque terrorista, e diversas outras hipóteses enquanto os clientes do café começavam a ficar agitados.
Enquanto alguns não se importavam, outros saíam correndo e outros ficavam parados com uma expressão de terror em suas faces, igual Melanie.
O medo corroía seus ossos, e o nervosismo começou a correr por todo seu corpo. E enquanto ela decidia o que fazer, seus olhos correram mais uma vez pelo Café, e ela notou uma presença agradável e bela, que fez seu coração seu acalmar por um momento, antes que o frenesi começasse.

Informação Extra


Analise e distribua os seguintes pontos nas opções a seguir:
Atributos Físicos [5 pontos]
- Força: 1
- Constituição: 1
- Destreza:1
- Agilidade:2

Atributos Mentais [5 pontos]
- Inteligência: 2
- Força de Vontade: 1
- Percepção : 2
- Carisma:

Perícia

Perícia associada a classe: Lutar às cegas
Você foi treinado, para situações de combate que não exigem apenas a visão mas também os outros sentidos, em situações em que você se encontre cego o nível desta perícia será sua nova habilidade. É muito útil para situação noturnas.

Perícia escolhida: Senso de Direção
Você consegue, distinguir as direções através de estrelas, o sol ou apenas instinto.


thanks skylar!

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Ficha do personagem
Vida:
100/100  (100/100)
Energia:
50/50  (50/50)
Fome:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: Re: [FP] Melanie Weishaupt   Sex Fev 27, 2015 9:32 am

Ficha Aprovada
Bem vinda a sua nova guerra.
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[FP] Melanie Weishaupt
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