The Walking Dead Rpg


 
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 [FP - Katerina Ivanov]

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AutorMensagem
Katerina Ivanov
Policial
Policial
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Mensagens : 8
Pontos : 10
Reputação : 0
Data de inscrição : 01/12/2013
Idade : 23
Localização : Estrada

Ficha do personagem
Vida:
1000/1000  (1000/1000)
Energia:
100/100  (100/100)
Fome:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: [FP - Katerina Ivanov]   Dom Dez 01, 2013 9:27 am

Nunca diga que não pode ficar pior
"Eu sinto muito"
Dados básicos


Nome do Personagem: Katerina Ivanov

Idade: 19

Photo Player: Ashley Olsen

Cidade Natal: Nova York

Cidade Atual: Atlanta, Georgia

Classe: Sobrevivente

Ocupação: Policial

Características físicas:
Magra, meio mole, não muito forte, porém muito rápida. Com uma aparência adorável, não se pode imaginá-la sendo realmente ruim. Cabelos, olhos e pele clara e um sorriso perfeito.

Características psicológicas:
Instável. Qualquer coisa pode fazê-la rir ou chorar, sem características específicas. Está enlouquecendo pouco-a-pouco na procura pela sua gêmea.

História do seu personagem e prólogo sobre como sobreviveu ao apocalipse até agora: (Coloquei tudo junto, espero que não se importem)

Sabe como, antes de algo muito ruim acontecer, tudo fica calmo? Assim foi a minha vida. Antes do apocalipse chegar, eu era uma policial filha de uma mulher imigrante russa e com uma irmã gêmea que não tinha nada a ver comigo, mas que eu amava extremamente. Éramos as únicas pessoas com parentesco direto russo que conseguiram ser policiais, ainda mais tão cedo, graças à nosso pai, que era um dos melhores. No caso, nosso chefe também. Cuidávamos de pequenos casos, como brigas em bares, barulhos em casas, etc. Meu pai lidava com quase tudo. Ou melhor, com o que lhe viesse pela frente.
 - O que foi isso? - perguntei.
Nós estávamos dentro do escritório do meu pai quando tudo começou. Barulhos de tiros lá fora. Eu olhei perplexa para a porta enquanto meu pai se levantava com um salto. Minha irmã estava lá fora. O que será que acontecera? De repente, meu pai ofegou e virou para mim.
 - Filha, se esconda. - ele disse.
Eu obedeci imediatamente, como uma boa filha e subordinada. Essa era a maior diferença entre as gêmeas: eu era a obediente. Fui para trás da mesa de trabalho do meu pai, que me cobriu inteiramente porque um dos seus lados tinha uma madeira grossa que impedia a vista. Meu pai começou a se movimentar e apareceu pouco depois, ficando ao meu lado.
 - Eu sei que parece loucura, mas tome. - ele me entregou uma bolsa pesada - Aí estão todas as armas e munições contidas nessa sala. Lá fora, tem zumbis. Eu sei, é loucura, mas são zumbis de verdade. Por favor, minha filha, se eles tentarem chegar perto de você, atire. Eu vou abrir o caminho para você e você vai correr para casa. Lá, vai buscar sua mãe. Tudo bem?
 - Pai, isso não...
Eu estava perplexa. Mas meu pai nunca mentia para mim.
 - Vamos. - ele disse - Pegue a sua arma que te demos no primeiro dia. Fique logo atrás de mim e, assim que surgir uma oportunidade, corra. Eu vou logo atrás de você.
Isso não fazia sentido. Eu era mais magra e mais rápida, porém meu pai era mais forte e bem mais experiente. Ele deveria ir à minha frente, sempre. A única circunstância em que isso faria sentido seria... Se ele não pretendesse correr atrás de mim. Ou se ele achasse que ia fracassar.
 - Juntos. - falei.
 - Não. - ele disse com firmeza - Corra.
Então ele se levantou e eu o segui. Eu fora treinada para ter respostas rápidas na mente e ações prontas, mas, ninguém havia me treinado para o apocalipse. Assim que meu pai abriu a porta, eu vi um zumbi virar para ele. Era horrível. Ele tinha vários tiros no seu corpo e lhe faltava... Partes. O braço direito e a mão esquerda. Meu pai atirou em seu coração, o que não surtiu nenhum efeito. Como o segundo alvo mais óbvio era a cabeça, ele atirou. O zumbi caiu, sua cabeça caindo ao meu lado e salpicando sangue em meus sapatos. Eu gemi e agarrei com força a parte de trás da camisa do meu pai. Ele foi andando com cuidado até a sala maior.
Era o inferno na terra. Zumbis por toda parte, tiros, pessoas gritando. Homens corajosos correndo. De repente, todo o meu treinamento era quase nada. Eu estava lutando contra uma força maior, uma força que eu não podia controlar. Eu não podia conversar, nem arguir contra eles. Tudo o que eles queriam era carne humana, ou pelo menos parecia, já que pessoas estavam sendo comidas. Eu comecei a tremer, encarando cenas horríveis.
 - Pai! - minha voz falhou de medo.
 - Corra! Kat, corra! - ele gritou.
Eu olhei para o lado e ergui minha arma, mas eu tremia violentamente. Meus pés não me obedeciam. Eu queria sentar e chorar, mas não podia. Um dos meus melhores amigos policiais estava no meu campo de visão. Ele também parecia assustado, e me viu. Ele correu para mim e então me puxou.
 - Kat, mexa-se! Corra!
Eu consegui me mexer. Caí no chão com manchas de sangue e me levantei novamente. Tremendo, comecei a correr. A única coisa em que eu era exemplo para os treinamentos: corrida e desvio. Me desviei dos zumbis no caminho, sendo bem mais rápida que eles. Tentei somente olhar para a frente, e não realmente ver aquilo. Parecia que quanto mais eu corria, mais longo o corredor para fora da delegacia ficava. Eu ouvia gritos. Minhas pernas estavam bambas. Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, eu consegui sair. A rua estava um caos também. Virei-me para a delegacia e meu pai corria atrás de mim.
 - Eu disse que estava com você. - ele me sorriu - Vamos.
 - O que vamos fazer? - falei enquanto corria para casa.
 - Nós vamos sobreviver a isso. - ele me disse com convicção.
Eu assenti e me agarrei àquela possibilidade mínima enquanto corria. Consegui correr com mais firmeza. Meus pés me obedeciam com mais facilidade. Meus passos estavam ritmados, agora. Minha casa. Eu conseguia ver minha casa. Por uma imensa sorte, era a poucas ruas da delegacia.
 - Pai! - falei assustada - Onde está a Katerine?
 - Eu não a vi. Ela deve estar em casa. - ele disse, mas não parecia certo disso.
Minha irmã. Onde estava minha irmã? Onde estava minha gêmea? Depois do que parecia uma eternidade novamente, conseguimos chegar na nossa casa. Eu evitava olhar enquanto meu pai atirava em todas aquelas... Coisas.
 - Mãe! - gritei.
Ela estava sentada no sofá da sala logo de frente, que ficava de costas para onde eu estava. Mas tinha algo... Errado. Ela se moveu lentamente, levantando e olhando para de onde viera minha voz. Foi aí que eu vi: faltava carne na sua bochecha. Sangue escorria dela, que se arrastava até mim, tentando pular o sofá lentamente. Eu cobri minha boca para abafar um grito de horror e caí de joelhos. Seus lindos cachos loiros estavam ensopados de sangue. De repente, ouvi outro ruído. Era outro zumbi. O desgraçado que mordera minha mãe. Eu deveria saber. Ela era frágil demais. Não sobreviveria. Eu soluçava. Meu corpo voltara a tremer. Meu pai a encarava com a arma erguida e apontada para a sua testa. Ele viu o outro zumbi e atirou logo nele. Mas minha mãe... Era a minha mãe. Era a mulher que ele amava. Ele não conseguia atirar, e ela se aproximava. Quando ela finalmente chegou a duas passadas dele, ele me olhou com súplica nos olhos.
 - Eu sinto muito. Eu te amo, Kat.
Ele apontou a arma para a própria boca e atirou. Eu gritei. Minha mãe agora se dirigia para mim. Eu sentei e comecei a me empurrar para trás, a minha glock ainda na mão. Ela ergueu os braços enquanto eu atingia a parede. Não havia mais para onde recuar. Eu queria fazer como o meu pai: sair daquele pesadelo. Mas, no momento em que pensei nisso, lembrei da minha irmã. Lembrei de como ela sempre me dizia "Quando alguém se mata, é só um atestado de fraqueza. Não somos fracas. SOmos as gêmeas Ivanov. E vamos ficar juntas, até depois do fim". Será que ela prevera isso? O fim da nossa família? Da minha coragem? Eu ergui a arma e apontei para a cabeça da minha mãe, tremendo. Ela se aproximava.
 - Eu te amo, mamãe. - falei e atirei.
Ela parou por um instante, mas continuou andando depois de um tempo. O tiro tinha acertado sua garganta. Eu tremi e tentei mirar novamente.
 - Me desculpa. - eu atirei novamente.
Dessa vez, ela caiu para frente e eu girei para o lado. Ela fez um ploft nauseante ao cair. Então eu me encolhi numa bola e comecei a chorar. Peguei a mochila e abracei como se fosse um travesseiro, e não um saco de armas que me deram para que eu não morresse. Eu apaguei por um momento, mas acordei logo em seguida. A porta dos fundos estava sendo batida, como se alguém quisesse entrar. Não era uma alguém... Era algo. "Prioridades." pensei "Estabeleça prioridades. Armas, comidas, saúde. Vamos.". Então, após limpar minha própria casa com tudo o que eu conseguia carregar, eu ergui minha arma com o rosto lavado de lágrimas e dei um chute na porta da frente. Agora era para valer.

Level: 1
Exp: 000/100

Atributos Físicos [5 pontos]

- Força 1
- Constituição 0
- Destreza 2
- Agilidade 2

Atributos Mentais [5 pontos]

- Inteligência 2
- Força de Vontade 1
- Percepção 1
- Carisma 1

Escolha UMA perícia:

Sobrevivência
Você consegue tem maiores noções sobre como sobreviver em situações de risco.
Como se alimentar, onde ficar, construir abrigos, fazer armas, etc.
Porque sempre pode
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Ficha do personagem
Vida:
1000/1000  (1000/1000)
Energia:
1000/1000  (1000/1000)
Fome:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: Re: [FP - Katerina Ivanov]   Seg Dez 02, 2013 7:07 pm

Ficha aprovada, seja bem-vinda Katerina Very Happy
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[FP - Katerina Ivanov]
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