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 [FP - Collin White

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Collin White

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Mensagens : 1
Pontos : 3
Reputação : 0
Data de inscrição : 20/07/2013

Ficha do personagem
Vida:
1000/1000  (1000/1000)
Energia:
100/100  (100/100)
Fome:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: [FP - Collin White   Sab Jul 20, 2013 4:15 am

Nome: Collin Smith White

Idade: 26

Photoplayer: Ben Haggerty (macklemore)

Cidade Natal: Las Vegas

Cidade Atual: Las Vegas

Classe: Sobrevivente

Ocupação: Furtador de elite

Características físicas: 1.82 m, 78kg. Pele clara, olhos verdes e cabelos loiros penteados enquanto que os lados da cabeça estão raspados. Costuma utilizar roupas caras e leves, com um senso de moda incomum. Há sempre pelo menos dois anéis em seus dedos, isso por puro costume e visual.

Características Psicológicas: Sempre tenta ajudar o próximo se isso não afetá-lo, caso contrário irá salvar sua pele. Costuma brincar com as situações e sempre achar graça nas coisas. Adora desafios e raramente tem medo deles, a não ser que esteja claro seu risco de morte. Basicamente vive pelos instintos.

História do seu personagem:

Eu cresci em uma das cidades mais baladeiras do meu país e ainda sim não tive uma infância de que alguém poderia se orgulhar, mesmo assim, vamos voltar até aquela época... Há 26 anos atrás minha mãe me deixou na porta de um orfanato, eu sinceramente não sei o motivo e nunca procurei saber, afinal, nunca senti falta dessas porcarias chamadas "ligação familiar". Vivi com um monte de criança chata e sonhadoras com uma família perfeita enquanto uma velha estranhamente boa cuidava direitinho de nós, até demais... Me lembre de voltar nela depois, ok? Enquanto meus "irmãos" brincavam com seus brinquedos e sonhavam com os adultos entrando pela porta daquela casa velha em um bairro subúrbio desta maravilhosa cidade, eu me preocupava em cuidar de mim mesmo, sempre procurando interesse no material e em me proteger, até mesmo esses babacas.

Quando completei dez anos, lembro de ser um dos mais velhos na casa e muitos poucos tinham sido levados por pais, sendo que alguns voltavam pois os safados mudaram de ideia ou aprontaram algo. Francamente... Eu já estava quase partindo daquele lugar quando eu finalmente descobri o que aquela velha gaga estava fazendo. Eu não acredito que ela abusava dos menores, talvez nunca tenha tentado comigo pois ela sabia do meu temperamento explosivo e que eu não hesitaria em explodir a cabeça dela com o revólver que eu sei muito bem onde está escondido. Manter tantas crianças e ainda uma arma dentro de casa, decisão errada. Não, eu ainda não atirei nela, ok? E nem vou atirar, afinal, acho que hoje ela já deve estar dentro de um caixão. Não vamos perder o foco. Voltando para o passado, eu peguei aquela arma debaixo da cômoda de seu quarto e caminhei até a cozinha. O lugar era tão grande e possuía tantos cômodos e o chão tão velho que era inevitável não fazer barulho. Todos estavam dormindo, menos ela e eu. Com certeza vou tomar bronca por isso, mesmo assim, quem liga?

Cheguei até a porta da cozinha e espiei para ver onde ela estava. A única coisa que denunciava para mim sua presença era a luz acesa. Estava bem ali na minha frente, de costas. Eu poderia terminar aquilo agora, porém, não consegui. Eu hesitei. Não tinha o espírito de um assassino, então a única coisa que eu fiz foi deixar naquela noite o orfanato e ligar para a polícia fazendo uma denúncia anônima. Admito que foi engraçado ter que engrossar a voz para o policial não pensar que era apenas mais um trote de uma criança. Eu não sei como terminou aquela história, afinal, eu só liguei para tirar o peso da minha consciência.

Agora as coisas ficam interessante. Um garoto de dez anos em Las Vegas apenas com a roupa do corpo e um revólver contendo seis balas... Está pensando o mesmo que eu? No começo assaltar era a única coisa que passou pela minha cabeça, porém eu percebi que uma das coisas que eu mais gostava de fazer era correr ou fugir de algo. Eu sentia a emoção e a adrenalina tão alto que era isso meu esporte. Guardei aquela arma e comecei a fazer furtos. Não de pessoas e sim objetos. Blusas, calças, tênis, comida e etc. O que me atraía eu pegava, nunca tirando de uma pessoa em si e sempre uma loja. Era meu "modus operandi" podemos dizer assim. Alguma vez a polícia veio atrás de mim? Sim, várias, e nunca chegou a me tocar. Eu consegui desenvolver cada vez mais minhas habilidades de fuga e desvio. Vinham em minha direção e eu apenas desviava de seus braços e saltava o muro deixando-os para trás. Esta foi minha vida até os 16 anos, carreguei aquela pistola comigo e nunca precisei usá-la... Até agora.

Eu dei muita sorte quando finalmente entrei em um dos cassinos daquela famosa cidade. Chegou um ponto onde eu não roubava mais para mim e sim para outros e desta maneira, comecei a faturar meu dinheiro e enriquecer mais rápido do que eu imaginava. Cheguei ao ponto de subornar um segurança de um dos maiores cassinos de Las Vegas para que me deixasse ver o lado de dentro. Fiquei totalmente encantado nos sete segundos que tive, antes de dois homens altos me segurar e desacordar. Este era o momento onde minha vida iria decolar.

O dono daquele cassino hotel, tinha ouvido falar bastante de mim que aliás tinha dado bastante prejuízo para ele. Naquele momento eu pensei: "é o fim. O cara tá tão pu*# da vida comigo que vai me matar" - E pensar que aconteceu o contrário? Não só ele estava valorizando minhas habilidades como ofereceu um contrato de trabalho. Eu teria identidade, título, apartamento, comida e as roupas caras e até bregas que eu queria, em troca, eu iria me juntar a um programa especial que ele estava desenvolvendo. Um time treinado para roubar os bancos que guardavam os acúmulos dos rivais dele. Desafios eram tão intrigantes para mim, que minha resposta foi obviamente sim. Até os vinte e quatro anos, viajei por diversos lugares aprendendo o meu papel nos supostos roubos que viriam. Eu não só era responsável por montar a rota de fuga das diversas situações que me davam, como também eu era o responsável de tirar todos da enrascada caso as coisas dessem errado. Cara, era um peso tão chato de carregar... É fácil planejar as coisas sozinho, porém com cinco?

Depois de várias simulações, os jogos começaram e durante dois anos roubamos doze bancos sem sermos pegos. Com 26 anos em um roubo na minha cidade natal Las Vegas, algo deu errado e a polícia apareceu antes do que devia. Eu tenho certeza que um de nós entregou o esquema e eu não fui. Isso resultou comigo tendo que gastar uma bala em um policial e fugindo daquela situação sem suceder naquele roubo. Eu não tive a oportunidade de saber o que aconteceu com meus comparsas, já que logo dois quarteirões depois eu fui pego e levado para a delegacia mais próxima, onde fiquei detido por dois dias...


Prólogo:

Minha cabeça doía e as lembranças daquele dia nebuloso onde tudo deu errado me caçavam. Os tiros disparados pelo polical, Alex o responsável pelo nosso armamento, gritando e dando ordens enquanto eu pensava em algo para fugirmos, a bomba explodindo e então nós nos separando. Cinco ladrões, especialistas em suas áreas correndo em direções diferentes. O pesadelo piorou ao ponto de eu despertar soado dentro daquela cela imunda em que estava. Eu não me importava com o desconforto, afinal eu passei bastante tempo vivendo com ele, porém, mesmo assim eu sentia algo errado. Tiros eram disparados cada vez mais nesses últimos dois dias em que fiquei preso, meu advogado nunca apareceu e o Sr. Willian, meu chefe, nunca entrou em contato. Pelos sons que vinha de fora e a ausência de policias no distrito cada vez menor dava para perceber que algo grande estava acontecendo, provavelmente mais um ataque terrorista.

- Hey! Algum herói americano aí? - Gritei de minha cela e não obtive resposta. O distrito estava vazio ou estavam me ignorando. Cara, como aquela cela era pequena... Voltei a deitar tentando pegar no sono de novo, afinal, eu não tinha muita coisa para fazer mesmo. Isso se eu não fosse interrompido agora. - É cada um por si agora! Boa sorte! - A voz vinha na minha direção e quando finalmente pude ver de quem era, a policial já estava abrindo minha cela e imediatamente voltando a correr para fora do distrito. Pensei em gritar para saber o que estava acontecendo, porém ela parecia abalada demais e com muita pressa para conversar. Vai que ela me prende de novo?

Caminhei até a entrada, confirmando de que não havia realmente ninguém ali. Os computadores estavam ligados e as salas em que eu passava todas bagunçadas. No fim do outro corredor paralelo ao meu, consegui ver a porta da sala de armas um pouco aberta e através desta pequena abertura, notei a ausência de todas as armas. - Francamente, a guerra mundial III só começa quando eu não estou lá para ver. - Eu aprendi algumas coisas de história na rua. Não sou burro, ok?

Quando finalmente saí da delegacia, parecia que alguém tinha segurado o mundo e chacoalhado. Como é possível aquela bagunça inteira? Eu não estava ali antes? As ruas tão vazias e os carros largados e outros passando a milhão... - Cara, isso vai ser muito louco - Não contive uma pequena risada enquanto olhava a situação de caos. Comecei a correr pela a rua á frente. Pulando em cima dos carros no caminho e dando piruetas e mortais de um para o outro. Minha voz ecoava pelo céu aberto onde parecia em que eu estava sozinho no mundo.

Minha felicidade terminou quando avistei de longe um senhor curvado e gemendo de forma estranha. Parei meus movimentos e levei meus olhos até ele. Era estranho. Sua pele parecia estar podre, a perna estava torta e pingava sangue. - Tudo bem aí senhor? - Gritei para que ele pudesse me ouvir. - Graaaaaargh - Resmungou enquanto ele parecia caminhar na minha direção mais rapidamente. Levantei meus braços até a altura da cabeça colocando meus dedos para frente - Graaaargh pra você também - Murmurei em uma voz irônica enquanto não contive uma leve risada no final. Sem qualquer senso de humor, o velho pulou em cima de mim tentando me morder.

- Uoh! - No momento em que ele veio me tocar, joguei meu corpo para trás e escapei de seus braços pela lateral direita. - Calma aí vovô - Por precaução eu recuava levemente, sentindo que algo estava errado. Havia tantos carros parados logo atrás de mim que eu poderia simplesmente ir pulando embora, porém, eu queria ver o que estava acontecendo. No momento em que ele pareceu avançar de novo, levei minha mão atrás da minha calça, como se eu fosse sacar minha arma, até eu perceber que tinha sido preso e ela não estava mais comigo. - Droga! - Sem tempo, fui jogado no chão pelo velhote que caíra em cima de mim, mais uma vez tentando me morder. Olhei para os lados e não havia nada para eu pegar. O que me impedia de ser mordido era meus braços pressionando seu peito, logo não seria o suficiente.

- Sai de cima! - Ergui ele mais um pouco para que eu pudesse rolar para debaixo de um dos carros, saindo do outro lado e me levantando. A criatura horrenda já estava em pé e ainda tinha interesse em mim. Cansei de brincar com ele, eu preciso ir até meu apartamento pegar mantimentos e então ir até o cassino do Sr. Willian, quem sabe encontrá-lo ou então o arsenal que ele mantém na penthouse...


Level: 1
Exp: 000/100

Atributos físicos:
Força: 1
Constituição: 0
Destreza: 2
Agilidade: 2

Atributos Mentais:
Inteligência: 1
Força de vontade: 2
Percepção: 1
Carisma: 1

Perícia:
Citação :
Acrobacia
Você pode mergulhar no vazio, rolar, saltar, amortecer sua queda enquanto cai, passar pelos oponentes sem ataques de oportunidade ou apenas entreter as pessoas.



"Zumbie Apocalypse? Sounds fun."
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MensagemAssunto: Re: [FP - Collin White   Seg Jul 22, 2013 9:49 pm

Ficha Aceita.
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