The Walking Dead Rpg


 
InícioInício  PortalPortal  CalendárioCalendário  GaleriaGaleria  FAQFAQ  BuscarBuscar  GruposGrupos  Registrar-seRegistrar-se  Conectar-seConectar-se  

Compartilhe | 
 

 [FP - Piotrowsky Z. Nikolovich]

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
AutorMensagem
Piotrowsky

avatar

Mensagens : 1
Pontos : 3
Reputação : 0
Data de inscrição : 17/07/2013

Ficha do personagem
Vida:
1000/1000  (1000/1000)
Energia:
100/100  (100/100)
Fome:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: [FP - Piotrowsky Z. Nikolovich]   Qui Jul 18, 2013 8:36 pm

Assunto: FP - Piotrowsky Z. Nikolovich

Nome do Personagem: Piotrowsky Zigmund Nikolovich
Idade: 52 anos
Photo Player:
(Nikolai Blokhin, Russian. Sketch (no title). Paper, sauce. 2008)

Cidade Atual: Mahantan - New York - USA (Pós-apocalipse)
Classe: Sobrevivente
Ocupação: Inteligencia do Exercito Russo  Profissão: Militar
Características físicas: 182 cm de altura, 87 kg, ruivo, olhos azuis, postura rígida. possui uma cicatriz na coxa direita (acidente ao treinar arco e flecha com o irmão, aos 12 anos de idade) e no ombro esquerdo/antebraco esquerdo (ao atravessar o vidro em um acidente de carro aos 18 anos de idade), diversas marcas de tortura pelo corpo.

Características psicológicas:
Paranóico, obstinado, inflexível, nega as emoções por meio de sua postura disciplinada e incompassível, e assim consegue se manter no controle mesmo sob máximo estresse, porem possui dificuldades em empatizar com as pessoas, sendo difícil para P. se colocar no lugar dos outros. Possui delirio paranoicos de perseguicao e conspiracao em massa, e por vezes e tomado de estados maniacos de humor e delirios de grandeza.

História do seu personagem:

Nascido em Stalingrado, Russia, em 1961. Seu pai (Vladmir Urianov Nikolovich) serviu como Oficial do Exercito Russo desde a revolucao de 1917, traindo seus antepassados czares, lutou junto as tropas de Lenin pelo comunismo. Serviu nas duas Grandes Guerras, quando, em 1946, conheceu e se casou com Olga Oppenhaimer Zigmund (mae de Piotrowsky), uma professora primaria, vitima do nazismo em Berlim Oriental. Sua mae sobreviveu a 2 anos em campos de concentração e jamais se recuperou psicologicamente dessa experiencia. Seu pai obteve uma grande condecoração do Exercito e Russo e foi nomeado responsavel pela Inteligencia Militar Sovietica de Berlim Oriental, sendo freqüente as suas viagens entre Stalingrado e Berlim. Acabou optando por casar-se com Olga na Russia porque nao suportava a idéia de ter um filho Alemão. Apos muitos anos, o casal ja havia passado por varios abortos quando finalmente nasce Piotrowsky em uma madrugada gélida no meio do inverno Russo.  

Sua primeira infância foi extremamente atipica, brincava com os empregados, nao possuia amigos de sua mesma idade, e o contato com sua mae era praticamente nulo. Por meses a fio, sua mae enclausurava-se em seu quarto, como um fantasma dentro de casa. Das poucas vezes que conversou com a mae, lembra-se das historias de tortura que ela repetia infinitamente. Quando tinha por volta dos quatro anos de idade, estava sozinho em casa com sua mae, quando ouviu gritos ensurdecedores vindo do quarto. Sabia que sua mae esperava um nene e que teria um irmaozinho. Entrou aos prantos no quarto e sua mae ja estava em uma banheira urrando dizendo que seu irmao estava nascendo. Lembra-se de ter ajudado a encher a banheira, ter pego toalhas e uma tesoura. Ali, enquanto sua mae paria seu irmao, algo tambem nascia dentro de Piotrowsky. Uma semente incipiente de loucura fora plantada em sua alma. Lembra-se vagamente de ter pego o irmao nos bracos, sob os gritos de ordem de sua mae, ter cortado o cordao umbilical com a tesoura, e desmaiado ao lado da banheira. Sua mae acabou morta, afogada na banheira onde seu irmao nascera. Foi encontrado no dia seguinte por seu pai (que voltava de viagem a Berlin Oriental) abraçado com o irmao, envolto em sangue e no cordao umbilical morto da mae. Lembra-se apenas que seu pai lhe arrancou o irmao dos bracos e o deixou la mortificado de medo no chao. Lembra-se nitidamente do seu pai ter-lhe dito: isso e culpa sua. Depois desse dia foi separado do irmao e mandado para um colegio interno religioso (Ortodoxo Russo).

Os anos em que viveu no colégio interno foram de puro terror. A didatica dos professores incluia punicoes fisicas graves, longos periodos de privacao de alimento, e, como se nao bastasse, seu pai lhe visitava uma vez ao mes para lhe dar uma surra e garantir que a culpa estivesse sempre presente. Nao teve contato com o irmao. Teve um passe para sair do colegio pela primeira vez aos 12 anos de idade, e voltou para a casa onde nascera. A casa ficava aos cuidados de uma governanta e duas babas para os cuidados se seu irmao, agora com 8 anos de idade. Piotrowsky apesar de inabil socialmente, demonstrava grande estima pelo irmao, e em um dia no qual seu pai nao estava em casa, saiu para brincar no quintal com as babas e seu irmao. Nessa ocasiao, brincando com o arco e flecha de seu pai, acabou se acidentando, contraindo a cicratiz de sua coxa direita.

Aos 18 anos de idade  (1979) foi mandado pelo pai para servir exercito em Berlim Oriental. Na viagem de carro, estava dirigindo e sofreu o acidente que resultou em sua cicatriz no ombro e braco e na morte de sua irmao mais novo. Perseguido pelos fantasmas da morte de sua mae e agora pela culpa da morte de seu irmao, Piotrowsky pagou seus pecados pela mao de seu pai enquanto foi seu subordinado no exercito. Seu pai era especialmente cruel com Piotrowsky, exigindo as missões mais absurdas e os castigos mais violentos. A culpa pela morte de sua mae e de seu irmao alimentava a raiva que seu pai sentia por ele. Foi levado por seu pai a desmaiar no chicote por tres vezes, e um sem fim de afogamentos. O sofrimento acabou junto com a Guerra Fria, seu pai morrera uma semana apos a gueda do muro de Berlim (1990). Com a morte de seu pai, o fraco equilíbrio psicológico de Piotrowsky, ruiu de uma vez. A semente de loucura incubada desde a morte de sua mae finalmente eclodiu em explosões. Tinha 39 anos quando foi afastado do exercito pela primeira vez por motivos psiquiatricos. Ficou um ano internado em asilo para doentes mentais, diagnosticado como esquizofrenico paranoide. Tudo mudou muito rapido. A morte de seu pai foi o gatilho que os pensamentos delirantes esperavam para se manifestarem. De repente, findou-se um estado cronico de paralisazacao vitimizante e tudo se tornou claro, objetivo e possivel. Um estado maniaco tomou a consciencia de Piotrowsky de assalto: E, se, seu pai fosse chefe da contraespionagem americana e um dos responsaveis por articular a queda do muro de berlim. Seu pai ja havia traido a aristocracia russa antes, seria muito provavel que traisse agora tambem os comunistas. Tinha certeza que seu pai espionava para os americanos e que trabalhava em um projeto de dominacao mundial por meio da espionagem em massa e do terror biologico. Essas ideias, encontraram eco em alguns nichos do exercito Russo e, depois de sua alta em 1992, foi convidado para trabalhar no servico de Inteligencia do Exercito Russo. Por quase vinte anos trabalhou em missoes nos locais mais ermos do planeta, tendo torturado e matado inúmeros traidores do comunismo. Quando finalmente sua divisao foi finalizada por falta de credito perante o Exercito e o Governo, Piotrowsky enloqueceu mais ainda, acreditando que seu pai ainda estava vivo e que ordenara o fechamento de sua divisao de inteligencia. Aos 50 anos foi aposentado por invalidez devido a sua esquizofrenia paranoide e ficou internado por mais dois anos em asilo psiquiatrico.

Finalmente, aos 52 anos, após nova alta, aprendeu a simular sua sanidade e esconder seus pensamentos paranóicos e teorias de conspiração. Resolveu trabalhar por conta própria, e começou a navegar pela internet e redes sociais para colher informações que comprovassem sua teoria. Após alguns meses descobriu um neonazista procedente de Washinton D.C. que afirmava que os EUA iriam detonar uma grande bomba e que o terrorismo era o unico jeito de para-los. Com a desculpa de ser simpatizante das ideias nazistas e contra o governo americano, combinou um encontrou no museo da Imprensa em Washinton D.C.

Prologo

A algumas horas do pouso em Washington o comandante avisa que o aeroporto se encontra fechado por motivos de seguranca e que o voo seria desviado para New York. Essa noticia ja deixou Piotrowsky completamente inquieto, e ideias paranoicas comecaram a pulular em sua mente.

Tao logo pousou no JFK, ja buscou seu celular para ver se existia alguma noticia relacionada ao incidente em Washington e encontrou os seguintes twitters da rede anonymous "The Dead is Rising from de Graves" "Anoms dying everwhere" "Biological Destruction Weapon released?". Todos os delírios ja alucinados por Piotrowsky agora faziam sentido. Droga, cheguei tarde demais, pensou. O que sera que esta acontecendo. Nos poucos segundos em que tudo isso aconteceu, Piotrowsky notou um intenso movimento no aeroporto, pessoas gritando, segurancas contendo o povo a forca, interdicoes totais para o embarque de novos passageiros. Empurrado pelo fluxo, sem entender o que acontecia, nao conseguiu esperar por sua mala, ja foi logo arrastado da area de passageiros para o salao comum do aeroporto. A cena que viu a seguir lembrava as historias de sua mae:

A sua frente uma mulher rastejava no chao, sem as pernas, gritando freneticamente, algo que Piotrowsky conseguiu entender como "Ele me comeu, ele me comeu". Nao acreditou que ainda poderia existir canibais no mundo e antes que conseguisse chegar mais perto da mulher, um homem atravessou a sua frente correndo, e esmagou o cranio da mulher com um dos pequenos postes de ferro que separam as filas do check-in. Sem reacao, fitou profundamente os olhos desse homem que lhe disse antes de sair correndo "E assim que voce vira um deles" Caminhando em direcao a saida do aeroportou percebeu que todos corriam somente na direcao contraria, aglomerando-se na direcao oposta as portas de saida. Algumas pessoas pareciam estar ainda presas do lado de fora, amontoadas nas entradas. Ao se aproximar pode perceber o horror que estava acontecendo. Aquelas pessoas tentando entrar pareciam cadavares, faltavam-lhe pedacos do corpo, possuiam rostos semi-decompostos e emitiam um som gutural definitivamente nao humano. Passaram-se alguns minutos e alguem lhe tomou pelos bracos "Voce esta louco? Essas coisas sao extremamente perigosas, elas comem carne humana!". Seu celular acusava mais de um milhao de novos twitters e todas as hashtags mundiais estavam relacionadas a volta dos mortos, aos canibais de carne humana, e a infeccao generalizada.
Piotrowsky percebeu um sorriso nascer em seu rosto, misto de satisfação e horror "Vivi tido como louco por toda minha vida. O Holocausto de minha existência derramou-se no mundo. Eu estava certo e agora todos vamos morrer"

Level: 1
Exp: 000/100

Atributos Físicos [5 pontos]

- Força 1
- Constituição 2
- Destreza 1
- Agilidade. 1

Atributos Mentais [5 pontos]

- Inteligência 1
- Força de Vontade 3
- Percepção 1
- Carisma. 0

Escolha UMA perícia:
Interrogatorio
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Christopher Williams
Adm
Adm
avatar

Mensagens : 66
Pontos : 78
Reputação : 0
Data de inscrição : 18/04/2013
Idade : 22
Localização : Mundo da Fantasia

Ficha do personagem
Vida:
1000/1000  (1000/1000)
Energia:
100/100  (100/100)
Fome:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: Re: [FP - Piotrowsky Z. Nikolovich]   Sex Jul 19, 2013 6:56 pm

Ficha Aceita.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
 
[FP - Piotrowsky Z. Nikolovich]
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 1 de 1

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
The Walking Dead Rpg :: Criação de Personagem :: Ficha de Personagem :: Aprovadas-
Ir para: